O consórcio City4Climate reuniu-se hoje em Guimarães para discutir os próximos passos do projeto, que pretende utilizar tecnologia de Gémeos Digitais para apoiar a governação climática urbana e acelerar a transição para a neutralidade carbónica.
Durante a reunião, os parceiros apresentaram as limitações do Protocolo GPC (Global Protocol for Community-Scale GHG Inventories) na medição de emissões de gases com efeito de estufa, destacando a necessidade de desenvolver um novo modelo mais dinâmico. Este modelo será implementado em Lisboa, Porto e Guimarães, com o objetivo mais amplo de apoiar as cidades no cumprimento dos seus Contratos Climáticos, que preveem uma redução significativa das emissões até 2030 e a neutralidade carbónica até 2050.
As discussões centraram-se também na integração de plataformas de dados urbanos, ferramentas de simulação e indicadores de ação climática, que permitirão criar um quadro de Gémeo Digital para as três cidades-piloto. Este modelo virtual irá simular cenários relacionados com energia, mobilidade e qualidade do ar, fornecendo aos municípios informação acionável para apoiar a tomada de decisão.
O projeto recebeu uma atenção significativa da comunicação social esta semana:
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O Jornal de Notícias destacou a colaboração entre Porto, Lisboa e Guimarães enquanto parceiros na redução de emissões (ler aqui).
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O Jornal de Guimarães salientou o compromisso da cidade com a neutralidade carbónica no âmbito da iniciativa City4Climate (ler aqui).
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O Jornal de Negócios descreveu o projeto como “um SimCity a nível avançado para o ambiente”, sublinhando como Lisboa, Porto e Guimarães estão a usar dados e simulações para antecipar e mitigar impactos climáticos (ler aqui).
Com 15 parceiros provenientes da academia, municípios e indústria, o City4Climate é um esforço coletivo para desenvolver soluções escaláveis e replicáveis para uma governação urbana sustentável. A reunião de hoje em Guimarães reafirmou o papel da cidade como laboratório vivo de inovação e ação climática.
